23 01 2019 politica bolsonaro davosO presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (22), em encontro com executivos no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que por ora o Brasil não vai deixar o Acordo de Paris sobre o clima. A informação é do Jornal Nacional.

O tratado mundial prevê a redução da emissão de gases que aumentam a temperatura do planeta. O acordo foi fechado numa conferência das Nações Unidas em 2015.

Durante a campanha eleitoral, em setembro, Bolsonaro disse que, se eleito, poderia retirar o Brasil do Acordo de Paris. No mês seguinte, no entanto, afirmou que não iria tirar o país do tratado caso se tornasse presidente. Em dezembro, já eleito, afirmou que só iria sair se acordo não fosse alterado.

Bolsonaro diz que Brasil não vai deixar o Acordo de Paris, por ora

Na segunda-feira (21), o embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel, disse que o governo precisa adotar políticas públicas que expliquem melhor à comunidade internacional as intenções da nova gestão nas áreas de direitos humanos e clima.

Witschel deu a declaração no Palácio do Planalto, após se reunir o presidente em exercício Hamilton Mourão.

"Acho que é importante que o governo faça uma política pública que explique as intenções, as reformas e também explique que os direitos humanos, a luta contra a mudança climática continuará. Estou otimista, mas temos afazeres juntos", afirmou o embaixador.

O discurso em Davos

Mais cedo, em sua estreia em eventos internacionais, Bolsonaro discursou na abertura da sessão plenária do Fórum, em Davos. Em sua fala, o presidente disse que quer conciliar preservação ambiental com avanço econômico.

No discurso de pouco mais de seis minutos, Bolsonaro afirmou que:

- o governo investirá "pesado" em segurança para que estrangeiros visitem mais o Brasil

- pretende "avançar" na compatibilização de preservação ambiental e desenvolvimento econômico

- diminuirá a carga tributária para "facilitar a vida" de quem produz

- trabalhará pela estabilidade macroeconômica

- respeitará contratos

- promoverá privatizações

- fará o equilíbrio das contas públicas

- colocará o Brasil no ranking dos 50 melhores países para se fazer negócios

- fará a "defesa ativa" da reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC)

- defenderá a família e os "verdadeiros" direitos humanos

- protegerá o direito à vida e à propriedade privada

- promoverá uma educação voltada aos desafios da "quarta revolução industrial", que consiste na aplicação de tecnologias modernas (como inteligência artificial, automação e 5G) na indústria


13 04 2021 regiao crz vacinometro13 04 2021 regiao crz numero corona13 04 2021 regiao crz corona faixa etaria

villa tita

an paulo bento

an luiz octavio

cartilha detran servicos digitais final at Página 01