25 03 2019 mundo russia eleicoesO Kremlin voltou a rejeitar, nesta segunda-feira (25), qualquer ingerência na eleição presidencial dos Estados Unidos de 2016.

A reação do governo russo acontece após a divulgação do relatório do procurador especial Robert Mueller que concluiu que os russos interferiram na campanha, hackeando computadores de democratas e através do uso de mídias sociais.

Porém, o documento do procurador destacou a ausência de elementos que comprovem que a equipe de campanha e Donald Trump tenham cometido o crime de conspiração (ou conluio) com a Rússia.

"Não vimos o relatório. Mas nossa posição de princípio (...) é sabida: nosso país nunca interferiu nos assuntos internos de outros países, incluindo dos Estados Unidos" de Mueller e, "portanto, não podemos comentá-lo", disse à imprensa o porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov.

O procurador-geral, Robert Barr, recebeu o relatório na sexta-feira (22), e enviou um resumo ao Congresso no domingo (24).

Principais conclusões da investigação, segundo o resumo do relatório:

A Rússia interferiu nas eleições presidenciais de 2016 nos EUA, hackeando computadores de democratas e através do uso de mídias sociais;

Trump e seus associados não participaram dos esforços russos e são inocentes;

Não ficou provado que Trump obstruiu a justiça durante a investigação e nem que ele é inocente;

A decisão se Trump obstruiu ou não a justiça ficou na mão do procurador-geral e de outro procurador, e eles avaliaram que o presidente é inocente.

“O Conselho Especial [criado para investigar o presidente] não descobriu que a campanha Trump, ou qualquer pessoa associada a ela, conspirou ou coordenou com o governo russo nesses esforços, apesar das múltiplas ofertas de indivíduos afiliados russos para ajudar na campanha Trump ”, afirmou Barr no seu resumo.


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