13 02 2020 regiao jacarei ex presidente pro larApós mais de seis meses em que o Ministério Público ingressou com uma ação apontando possíveis irregularidades em contratos firmados pela Pró-Lar, o ex-presidente da autarquia ainda não foi intimado na cidade de Jacareí.

No processo, os oficiais de Justiça alegam que teriam tentado, em ao menos quatro dias diferentes, localizar José Rubens de Souza para intimá-lo sobre a ação, mas que ele não teria sido encontrado em nenhum dos cinco endereços diferentes fornecidos no processo. Após as tentativas fracassadas, o MP sugeriu tentar seu endereço por meio de ofício à Justiça Eleitoral, que teve dados atualizados para cadastramento biométrico. O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) deve informar em 30 dias.

Desde o ajuizamento da ação, ainda em junho do ano passado, os únicos andamentos foram a defesa de Christian Petterson Antunes Lemos, que foi diretor financeiro e administrativo da fundação e pediu pela extinção do processo, e a entrada da prefeitura como 'litisconsorte assistencial', o que a coloca ao lado da promotoria na ação civil.

Ainda no ano passado, José Rubens afirmou que desconhecia irregularidades e que todo o controle da execução dos serviços e pagamentos eram feitos pela antiga diretoria financeira da autarquia -- que também refutou ilegalidades. Nesta quarta-feira, em retorno à reportagem, ele disse que mora no mesmo endereço há dois anos e informou o local em que fica seu escritório, já mencionado na ação.

"Sou advogado atuante na comarca de Jacareí e estou à disposição para ser citado à qualquer momento na forma da lei", afirmou.

Improbidade

Na ação, a promotoria pede pelo ressarcimento de R$ 1,2 milhão aos cofres públicos por fraudes, em sua maior parte, em contratos para limpeza e manutenção de terrenos.


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