• 28 01 2019 trabalhoReportagem especial de oimpactocruzeiro
  • Com 698 novos postos de trabalho gerados em 2018, Cruzeiro ainda está longe de recuperar os empregos perdidos nos quatro anos anteriores. Entre admitidos e demitidos nos principais setores de economia do município, foram fechados 3.334 postos entre 2014 e 2017. Pondo na conta os 698 gerados ano passado, seriam necessários mais 2.636 para o equilíbrio da balança de empregos. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e pesquisados pelo oimpactocruzeiro.
  • Nos últimos seis anos, o melhor desempenho foi registrado em 2013, ano em que Cruzeiro apontou a geração de 973 novos postos de trabalho. Naquele ano, os principais setores econômicos estavam a todo vapor.
    A edificação de novos conjuntos habitacionais alavancou os 237 postos abertos na construção civil em 2013. Nos anos seguintes, o setor entrou em decadência e acumulou até 2018 a perda de 534 empregos.
    Também em 2013, a indústria foi a responsável por 495 na indústria. Entre 2014 e 2017, o saldo no setor foi negativo 2.283. Considerando os saldos positivos de 495 em 2013 e de 854 em 2018, o setor industrial ainda tem déficit de 2.283 postos.
    O comércio também registrou positivo apenas em 2013, com mais 163. Entre 2014 e 2018, as lojas da cidade perderam 408 postos. No mesmo período, a prestação de serviços obteve resultados positivos em 2013 (74) e em 2018 (120). No intervalo entre 2014 e 2017, o setor acumulou negativo de 231.
    2018 foi o ano da geração de empregos. Com 854 gerados na indústria e mais 120 na prestação de serviços, a sensação foi de alívio na comparação com os anos anteriores. O peso negativo ano passado foi registrado no comércio (-10) e na construção civil (-108). Dessa forma, por conta da indústria e da prestação de serviços, o saldo acumulado em 2018 foi 698, o terceiro melhor dentre as cidades do Vale paulista.
    Dos 854 gerados nas indústrias, cerca de 700 foram abertos pela Maxion, a maior indústria do Médio Vale. O dado é preocupante, pois mostra que Cruzeiro ainda se mantém na dependência do fluxo de produção da empresa.
              Sem a previsão de novos investimentos em todos os setores, a economia local continuará também em 2019 na gangorra do desempenho da Maxion.

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