31 12 2020 brasil bolsonaro abortoO presidente Jair Bolsonaro lamentou na quarta-feira (30/12) a legalização do aborto na Argentina. Segundo o presidente, no que depender dele, o aborto "jamais será aprovado" no Brasil.

Na madrugada, o Senado argentino aprovou o projeto de lei que permite que mulheres interrompam a gravidez até a 14ª semana de gestação.

"Lamento profundamente pelas vidas das crianças argentinas, agora sujeitas a serem ceifadas no ventre de suas mães com anuência do Estado. No que depender de mim e do meu governo, o aborto jamais será aprovado em nosso solo. Lutaremos sempre para proteger a vida dos inocentes!", escreveu o presidente em rede social.

A lei é de autoria do presidente Alberto Fernandez, desafeto do presidente brasileiro Jair Bolsonaro.

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, não mencionou diretamente a decisão do país vizinho, mas em publicação no Twitter afirmou que sua missão é "educar para o planejamento familiar e lutar pelo fim da violência sexual".

"Agradeço a Deus por nosso país ser majoritariamente pró-vida. Nosso governo trabalha para proteger a vida de nossas crianças antes mesmo de elas nascerem. Essa é a vontade do povo. Essa é nossa missão: educar para o planejamento familiar e lutar pelo fim da violência sexual.", publicou Damares.

Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, também usou uma rede social para criticar a medida aprovada no país vizinho.  Ele classificou a liberação de "barbárie".

"O Brasil permanecerá na vanguarda do direito à vida e na defesa dos indefesos, não importa quantos países legalizem a barbárie do abordo indiscriminado, disfarçado de 'saúde reprodutiva' ou (de) 'direitos sociais' ou como quer que seja", escreveu Araújo.


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