col victor franqueira 11 06 2021 fla coritibaEra um Flamengo que tinha importantes desfalques, e assim com uma escalação diferente, dando espaço para os jogadores da base, fez um grande primeiro tempo.

A equipe rubro-negra chegava com bastante perigo ao ataque, com muita movimentação dos jogadores, que mantinham uma posse de bola bastante útil, com rápidas troca de passes.

O Coritiba tentava marcar o Flamengo com uma defesa compactada, em bloco baixo, mas como eu disse, tentava, porque deixava muitos espaços para o tricampeão da Copa do Brasil trabalhar a bola, se deixava envolver completamente, e quando tentava sair ao ataque, não conseguia trocar três passes direito, o Diego Alves era um mero espectador da partida na primeira etapa. O Coxa Branca não finalizou nenhuma bola ao gol no primeiro tempo.

Outra arma muito bem utilizada pelo Flamengo na partida foram os cruzamentos, nesse ponto, o Rodrigo Muniz estava se posicionando muito bem na área. Muitas dessas bolas eram bem cruzadas pelo Matheuzinho.

Foi em bola aérea que saiu o gol rubro-negro, com Rodrigo Muniz muito bem posicionado na área, fazendo valer a lei que nunca falha no Brasil, a  lei do ex, isso, após cruzamento de Vitinho na cobrança de escanteio.

No segundo tempo, como é de costume, o Flamengo caiu de ritmo, mas não sofreu nenhuma tentativa de grande perigo do Coritiba, em que seu técnico foi ousado na segunda etapa, enchendo o time de atacantes, tentando fazer jogadas pelos lados, arriscando em chutes ao gol, e assim o Coxa Branca conseguia impor uma certa pressão ao Flamengo, mas a sua defesa, ainda deixava espaços, e o time rubro-negro não conseguia arrumar um contra-ataque para matar o jogo e o confronto ainda no jogo de ida, isso porque errava bastante o passe final, mas como diz o título, nada que pudesse comprometer a vitória.


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