bn luiz octavio mega feirao nov 2019   bn pref crz 24 09 2019   an pao quente 01

02 01 2020 regiao crise rmvale riqueza estadualA crise econômica impactou na riqueza do Vale do Paraíba, de acordo com novo estudo da Fundação Seade e da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). Trata-se do IPRS (Índice Paulista de Responsabilidade Social), com os dados definitivos para 2014 e 2016 e estimativas para 2018.

Entre 2014 e 2018, o indicador de riqueza da RMVale caiu de 42 para 40, com as seis cidades entre as 100 com maior riqueza do estado perdendo colocações no ranking.

O IPRS é baseado nos mesmos critérios do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e reflete a situação dos municípios nas dimensões riqueza, escolaridade e longevidade, contabilizando os 645 municípios do estado.

Os indicadores têm notas em uma escala de 0 a 100.

Segundo o Seade, a combinação das três dimensões permite classificar os municípios em cinco grupos: vulneráveis, em transição, equitativos, desiguais e dinâmicos.

No ranking da riqueza, a RMVale caiu da 5ª posição em 2014 para a 6ª em 2018, sendo superado pelas regiões de São Paulo, Baixada Santista, Campinas, Ribeirão Preto e Barretos --esta última foi a que tirou a quinta colocação do Vale.

O indicador de riqueza leva em conta quatro critérios: PIB (Produto Interno Bruto) per capita da região (R$ 43.734 em 2018, quarto maior do estado), a remuneração dos empregados e aposentados (R$ 1.181), consumo residencial de energia elétrica (2,5 MWh) e consumo de energia elétrica na agricultura, comércio e serviços (14,1 MWh).

A RMVale tem seis cidades entre as 100 do estado com maior indicador de riqueza: São Sebastião (8º lugar e indicador 54), Ilhabela (13º/52), São José dos Campos (78º/43), Aparecida (80º/42), Campos do Jordão (84º/42) e Caraguatatuba (85º/42).

Há cinco anos, Taubaté ocupava a 75ª posição com indicador de 44. Em 2018, caiu para a 118ª, com 41 de nota.


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