bn cmc 26 08 2019        an luiz octavio        bn pref crz setembro 2019

 

13 09 2019 regiao importacao materia primaA importação de matéria-prima para a produção industrial do Vale do Paraíba caiu entre janeiro e agosto deste ano comparado a igual período do ano passado, segundo o Ministério da Economia. Considerando os 10 produtos mais importados pela região, responsáveis por 87% das compras no exterior, o recuo foi de 1,37%, passando de US$ 3,59 bilhões para US$ 3,54 bilhões.

O percentual foi idêntico ao do total das importações, que caíram de US$ 4,10 bilhões para US$ 4,05 bilhões no mesmo período.

Dos 10 produtos mais importados pelo Vale de janeiro a agosto, sete registraram queda na compra no exterior na comparação com o mesmo período do ano passado, indicando retração na atividade industrial, o que pode aumentar ainda mais o desemprego no Vale.

Veículos

O setor das montadoras de veículos foi quem mais sentiu o golpe da crise. O segmento reduziu as importações em 50% no Vale. As empresas importaram US$ 169,2 milhões de janeiro a agosto contra US$ 336,9 milhões no mesmo intervalo do ano passado.

Trata-se da maior queda percentual entre os 10 produtos mais importados pelo Vale neste ano.

Produtos de ferro e aço reduziram 48% as importações: US$ 133,7 milhões contra US$ 254,9 milhões. Alumínio caiu 38%: US$ 143,3 milhões contra US$ 232,5 milhões.

Na contramão, a importação de combustíveis minerais saltou de US$ 816,4 milhões para US$ 1,02 bilhão neste ano, alta de 25,5%. No mesmo período, a compra de produtos químicos orgânicos aumentou 30%, com US$ 758,2 milhões contra US$ 581,1 milhões.

São José, Taubaté, Jacareí e Pinda importam menos insumos em 2019

As cidades mais industrializadas do Vale importaram menos matéria-prima nos primeiros oito meses deste ano frente a igual período de 2018: São José dos Campos (-24,81%), Pindamonhangaba (-34,94%), Taubaté (-6,25%), Jacareí (-4,63%), Caçapava (-15%), Cruzeiro (-5,62%) e Lorena (-3,58%).

Apenas São Sebastião e Guaratinguetá aumentaram a compra de insumos no exterior, respectivamente com 27% e 30,5%. Os percentuais são explicados pela alta na importação de petróleo e produtos químicos, principais itens de produção nas duas cidades.


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