06 03 2019 santa cabecaNa Rodovia dos Tropeiros, entre Cachoeira Paulista e Silveiras, a pouco mais de um quilômetro da Rodovia Presidente Dutra, devotos de várias partes do País incrementam o turismo religioso no Santuário de Nossa Senhora de Santa Cabeça. De acordo com a crença popular, há muitos relatos de milagres quanto a problemas cerebrais. De boca em boca, as histórias replicam e fazem crescer a demanda de fiéis e mesmo de curiosos
Nos finais de semana, romarias chegam das cidades do Vale, do Sul de Minas e do Rio de Janeiro. Devido à proximidade com a Canção Nova e com a Basílica de Aparecida, ocorre a frequência cada vez mais intensa de turistas de outras regiões.
A curiosa história de Santa Cabeça começa em 1829. No Rio Tietê, dois pescadores encontraram a cabeça da santa. Sem saber o que fazer com a peça, os dois a presentearam ao negociante José Correia, a caminho do Rio Grande do Sul para o Rio de Janeiro. Quando em Silveiras, o negociante doou a imagem a uma senhora, de nome Joana de Oliveira.  Com a morte da idosa, coube à filha Silvéria cuidar da imagem.
Acreditando no poder da cura, muitas pessoas passaram a frequentar a casa da família Oliveira. Com o apoio da Igreja Católica, Silvéria decidiu construir a capela de Santa Cabeça. A primitiva tornou-se pequena. Então, no dia 26 de agosto de 1928, o novo templo foi aberto à visitação. No dia 26 de dezembro de 2010, foi criado pela Diocese de Lorena o Santuário de Nossa Senhora de Santa Cabeça.
De segunda a sexta-feira, o Santuário permanece aberto das 8 às 17 horas. Aos sábados e domingos, a igreja é aberta a partir de 6 horas. Nesses dias, a consagração à Nossa Senhora ocorre de hora em hora. A primeira missa às 7 horas e a última às 17 horas. Após a consagração, os fiéis podem benzer objetos, pessoas, veículos e solicitar a intercessão de Santa Cabeça.
Os milagres relatam problemas de tumores cerebrais, de visão e de audição, além de curas de depressão, de síndrome do pânico e de doenças psicoemocionais.
 
06 03 2019 santuario santa cabeca

an paulo bento

an luiz octavio